Quem sou eu

Ao chegar em uma casa é maravilhoso ser recebida, em uma linda sala, bem decorada, arrumada....Sentar em um confortável sofá....Mas, quando sou chamada para ir a cozinha, conversar ajudando na preparação de algo que iremos degustar juntos ....é que me sinto realmente bem-vinda, integrada e a vontade. Aonde durante o preparo das refeições e ao redor da mesa todos relaxam, riem, choram, trocam idéias, soltam a criatividade, tomam decisões, fazem acordos.... Sou uma Chef de Cozinha descendente de italianos, portanto só poderia achar a cozinha o melhor lugar do mundo para falar. Associo a Gastronomia Funcional com minha origem mediterrânea cheia de aromas, ervas aromáticas, cores e sabores frescos .... Estas duas faces de mim, resulta em uma outra culinária saudável, muito saborosa, perfumada, sem regras inflexíveis. Aonde faço da minha cozinha uma fonte de saúde e prazeres... Este blog é isto, um convite para você entrar e conversarmos a respeito de técnicas de gastronomia, cozinha na saúde, alimentação com prazer, bem-estar, idéias, vida, sentimentos e o que mais aparecer ... Entre e fique a vontade.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

CUPCAKE ?!?!?



Depois de várias pessoas me perguntarem o bê-a-bá de como se fazer cupcakes, resolvi fazer uma poatagem dedicada a isso. Vou tentar explicar tudo o que for possível sobre como fazer estes bolinhos lindos. 
Antes de preparar o Cupcake
Antes de preparar o cupcake, eu indico deixar tudo já arrumado. Ou seja, separar todos os ingredientes, tirar antecipadamente os ingredientes da geladeira, para chegarem em temperatura ambiente e preparar todos os equipamentos.

Equipamentos

Para fazer os cupcakes você vai precisar:




Xícaras e colheres medidoras:

Pra quem não conhece esses medidores, cada xícara ou colher corresponde à uma medida para lhe facilitar na hora de fazer a receita. Normalmente elas são divididas em 1 e 1/2 colheres de sopa; 1, 1/2, 1/4 e 1/8 colheres de chá e as de xícaras em 1, 3/4, 2/3, 1/2, 1/3, 1/4 e 1/8 de xícara. Algumas possuem também escrito no cabo as medidas em ml(mililitro) o que facilita ainda mais.

Balança:

Eu aconselho à quem estiver a fim de se aperfeiçoar na cozinha e obter cada vez mais melhores resultados, comprar uma balança. Hoje em dia você encontra elas em várias lojas e com preços ótimos. E ajuda muito na cozinha, pois além de existirem várias receitas onde as medidas só são em gramas, a balança lhe proporciona uma exatidão melhor na medição e consequentemente um melhor resultado na qualidade do seu cupcake.
 
Batedores:

Para fazer os cupcakes você pode utilizar a nossa querida batedora ou fazer tudo na mão mesmo, com a ajuda de um “fouet”  (batedor manual). 




Formas:

Você vai precisar de dois tipos de formas para fazer os cupcakes, as forminhas de papel e a forma de alumínio. Antes de assar você deve colocar as forminhas de papel dentro da forma de alumínio. Não é preciso untar. Depois é só derramar a massa dentro da forminha de papel, mas não pode encher até a borda pois o cupcake irá crescer e derramar, você deve encher até faltar mais ou menos um dedo até a borda. Existem vários tamanhos de forminhas de papel, mas o tamanho padrão é em torno de 5cm (base) x 7 cm (boca) x 3 cm (altura). Ou coloque as forminhas de papel em formas grandes para empadinhas (para “quebrar o galho.....”)

Assando o Cupcake
Você deve colocar a forma de alumínio no forno pré aquecido por mais ou menos 10 minutos. A forma deve ficar na grelha mais central do forno. Um pouco depois de passar da metade do tempo de assar especificado na receita, você deve começar a fazer o teste do palito, ou seja, enfiar um palito no cupcake e se ele sair limpo o cupcake está pronto mas, se sair sujo de massa ele precisa assar mais um pouco.



Depois de Assar

Depois de assar os cupcake, você deve deixá-los esfriarem por 5 minutos na forma de alumínio e depois transferi-los para uma grelha para terminarem de esfriar completamente. Isto ajuda a não deixar o fundo dos cupcakes úmidos.

Rechear
Para rechear não tem nenhum segredo, é só cortar o topo, retirar um pouco do miolo, rechear e colocar o topo de volta. Colocando com saco para confeitar ou bisnasgas.




Decoração
Existem várias formas de decorar o cupcake, ou você pode usar a famosa “pasta americana” ou cobri-los com alguma receita de cobertura. Normalmente os cupcakes são cobertos com “buttercream” (Veja abaixo em Receitas Extras), mas você também pode fazer um “ganache”, um marshmallow, uma cobertura com cream cheese RECEITAS/Bolo Bem-Casado), etc. E para essas coberturas você irá precisar de um saco de confeitar. Mas na verdade, na hora de decorar não tem uma regra, só a sua imaginação e criatividade.
A variação de cor é feita normalmente com corantes alimentícios. procure os de melhor qualidade, com ingredientes naturais. Existe uma variedade grande de tipos, qualidade e preços. Também muitos enfeitinhos, balinhas, confeitos, etc. São normalmente encontrados em lojas especializadas para doces, confeitaria e panificação. 
Tudo opcional e a seu gosto.

Armazenamento
Eu sempre indico a consumir os cupcakes o mais rápido possível, pois a cada dia que  passar eles perderão a qualidade. Mas se você realmente precisar guardá-los, sempre guarde-os bem fechados em lugar seco e arejado, por no máximo 5 dias. 

Onde comprar
Hoje em dia,  é possível encontrar as formas em lojas de produtos especializados ou até em supermercados. Mas se você não conseguir encontrar na sua cidade eu aconselho a comprar pela internet. Existem vários sites que vendem todos os equipamentos necessários com preços ótimos e chega rapidinho na sua casa.

RECEITAS EXTRAS:



Buttercream de Ovomaltine

Ingredientes

100 g de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
1 3/4 xícara de açúcar de confeiteiro
3 colheres (sopa) de Ovomaltine
1/8 xícara (chá) de leite
Gotas de essência de baunilha


Modo de Preparo

Coloque a manteiga numa vasilha grande. Bata em velocidade baixa por 30 segundos até ficar fofa. Desligue a batedeira acrescente os demais ingredientes. Volte a bater em velocidade baixa até o açúcar incorporar - cerca de 1 minuto (eu preferi misturar "na mão", pra não levantar uma nuvem de açúcar na cozinha). Aumente a velocidade para média e bata até formar um creme fofo e brilhante - cerca de mais 1 minuto.
Já está pronto para ser usado como cobertura. Se gelar ele fica muito duro para trabalhar com o bico de confeiteiro. deixe voltar à temperatura ambiente antes.





Buttercream de Cream Cheese

Este tem sabor um pouco menos acentuado de manteiga, e a textura tão boa quanto, além de aceitar ingredientes mais ácidos, como suco de limão.

Ingredientes

3 colheres (sopa) de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
90 g de cream cheese em temperatura ambiente
1 1/2 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro

Modo de Preparo

Coloque a manteiga e o cream cheese numa vasilha grande. Bata em velocidade baixa por 30 segundos até formar um creme fofo. Desligue a batedeira e acrescente o açúcar. Volte a bater em velocidade baixa até o açúcar incorporar - cerca de 1 minuto (de novo, eu preferi misturar "na mão"). Aumente a velocidade para média e bata até formar um creme fofo e brilhante.

Essa é a textura para ambos depois de bater: um creme bem firme.



Texto adaptado de pesquisa em livros / sites variados e anotações particulares.
Imagens do site Google.



Equivalências de Pesos e Medidas (III)


 A dúvida campeã é de longe "equivalência de medidas" .... portanto esta é a terceira postagem sobre este assunto. Porque cada pessoa tem sua maneira de interpretar e se adaptar ....

 
-Antes de medir sempre peneire os ingredientes secos.
-Para medir os ingredientes líquidos, coloque-o sobre uma superfície reta e verifique o nível na altura da vista.
-Para medir a manteigas ou qualquer outro tipo de gordura, retire com antecedência da geladeira e deixe atingir temperatura ambiente.

Pesos e Medidas
1 Litro = 4 copos americanos =1000 ml
1 Xícara = 16 colheres (sopa) = 240 ml
1 Colher (sopa) = 3 colheres (chá) = 15 ml
1 Colher (chá) = 1/3 colher (sopa) = 5 ml


Equivalências

Xícaras/Colheres
1 pitada = 1/8 colher (chá) ou menos
1 e 1/2 colheres (chá) = 1/2 colher (sopa)
3 colheres (chá) = 1 colher (sopa)
1/6 xícara = 2 colheres (sopa) + 2 colheres (chá)
1/4 xícara = 4 colheres (sopa)
1/3 xícara = 5 colheres (sopa) + 1 colher (chá)
3/8 xícara = 6 colheres (sopa)
1/2 xícara = 8 colheres (sopa)
2/3 xícara = 10 colheres (sopa) + 2 colheres (chá)
3/4 xícara = 12 colheres (sopa)
1 xícara = 16 colheres (sopa)


Líquidos(leite, água, óleo, bebidas alcoólicas, café, etc.) (ml)
1 Xícara = 240 ml
½ xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
¼ xícara = 60 ml
1 colher sopa = 15 ml
1 colher chá =  5 ml


Chocolate em pó(cacau em pó)
1 Xícara = 90 g
½ xícara = 45 g
1/3 xícara = 30 g
¼ xícara = 20 g
1 colher sopa = 6 g


Manteiga(margarina e gordura vegetal)
1 xícara = 200 g
½ xícara = 100g
1/3 xícara = 65 g
¼ xícara = 16g
1 colher de sopa = 20 g


Açúcar refinado
1 Xícara = 180 g
½ xícara = 90 g
1/3 xícara = 60 g
¼ xícara = 45 g
1 colher sopa = 12 g
1 colher de chá = 4 g


Açúcar de confeiteiro
1 xícara = 140g
1 colher (sopa) = 8g


Açúcar mascavo (aperte-o na xícara/colher na hora de medir)
1 xícara = 175g
1 colher (sopa) = 13g


Farinha de trigo
1 Xícara = 120 g
½ xícara = 60 g
1/3 xícara = 40 g
¼ xícara = 30g
1 colher de sopa = 10 g
1 colher de chá = 3 g


Amido de milho
1 xícara = 120g


Cremor Tártaro

O cremor tártaro, (cream of tartar, em inglês), também chamado "ácido tartárico", é um sal ácido obtido dos resíduos salinos que se acumulam nas paredes dos tonéis durante a fermentação do vinho. Ele é utilizado na culinária para vários fins, entre eles:
Estabilizar e dar mais volume às claras em neve.
Controlar a cristalização do açúcar na confecção de suspiros, balas, caramelos, etc.
Deixar cremes e glacês mais cremosos
Impedir que os legumes e verduras "desbotem" durante o cozimento (mesma função dobicarbonato de sódio). Eu, particularmente, prefiro apenas cozinhar rapidamente os legumes e dar um choque térmico (água gelada) para devolver a cor.
No caso das claras em neve, uma pitada de sal ou um pouco de vinagre também pode ajudar a aumentar o volume, mas não existe um substituto exato para o cremor tártaro. Antes de ser industrializado, o fermento químico em pó era uma mistura de cremor tártaro e bicarbonato de sódio. No entanto, ao contrário do fermento, o cremor tártaro não perde suas propriedades com o tempo, e pode ser guardado indefinidamente. (O que é ótimo, já que ele é usado em quantidades mínimas!)



 Esta marca é a mais fácil de achar, mas existem outras. Vendas em lojas especiais para panificação, artigos para festas/doces e supermercados (ex.: Pão de Açúcar/por volta de 17 a 18 reais)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Alimentos Coloridos


As cores dos alimentos são determinadas pela presença dos pigmentos. Estas substâncias, além de colorir desempenham, frequentemente, papéis importantes na prevenção e na proteção do organismo contra doenças infecciosas.

Uma dieta colorida tem mais chances de ser mais saudável.
A cor dos alimentos pode ser uma ótima pista para selecionar ingredientes com boas doses de proteínas, carboidratos, fibras, vitaminas e minerais dentre outros elementos nutritivos. Determinados alimentos da mesma cor têm, em sua maioria, princípios nutritivos ou componentes bioativos semelhantes. Por isso mesmo é tão importante manter a diversidade de colorações na alimentação, quanto mais colorido o prato, mais compostos químicos, pigmentos e composições de fibra alimentar serão fornecidos ao organismo. O que muitas pessoas não sabem é que as cores dos alimentos também estão relacionadas às suas propriedades de aumentar-lhes o ânimo. Isso ocorre porque os alimentos coloridos apresentam substâncias que aumentam a energia e a disposição. Essas substâncias são conhecidas como flavonóides, uma família de polifenóis, regularmente utilizados na dieta humana pelo consumo de frutas e vegetais. Para uma alimentação equilibrada, é necessário o consumo de fontes de carboidrato (pães, arroz, batata, farináceos, etc.), proteína (carnes, ovos, leite e derivados e algumas leguminosas como a soja) e as vitaminas e minerais presentes nas frutas e hortaliças.

Alimentos brancos
A cor branca é dada pelo pigmento flavina. A presença dessa substância indica alimentos ricos em minerais, carboidratos, vitamina B6 e outros nutrientes. Tudo isso favorece a renovação celular e protege o sistema imunológico, melhorando as defesas orgânicas. Também contribuem na formação e manutenção dos ossos, auxiliam na regulação dos batimentos cardíacos e são fundamentais para funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.
Os legumes e vegetais brancos costumam ter cálcio e fósforo, sendo que esses minerais essenciais ajudam na formação e manutenção dos dentes e na elasticidade dos músculos. Pertencem a este grupo: leite, queijo, couve-flor, batata, arroz, cogumelo, banana, algas marinhas, alho, cebola, chuchu, feijão branco, maçã, mandioca, nabo, palmito, pêra, pinha e rabanete.

Alimentos vermelhos

O vermelho é conseqüência da presença de licopeno, pigmento com ação semelhante ao betacaroteno. Normalmente aparece associado à vitamina C, formando uma dupla com efeito antioxidante que, entre outros benefícios, colabora na prevenção do câncer e do stress.
Em estudos recentes, alimentos vermelhos foram apontados como um protetor eficaz contra o aparecimento de câncer de próstata e por conter a substância antocianina, estimulam a circulação sangüínea. Pertencem a este grupo, morango, tomate, melancia, caqui, goiaba vermelha, beterraba, cereja, framboesa, nectarina, pimentão, pitanga e romã.

Alimentos amarelos

O tom amarelo ou alaranjado provem do betacaroteno, ou pró-vitamina A, da vitamina B3 e do ácido clorogênico. É um pigmento fundamental para a manutenção dos tecidos e dos cabelos, mantêm o sistema nervoso saudável e ajudam a prevenir o câncer de mama, O betacaroteno também beneficia a visão noturna e atua no metabolismo das gorduras. Os alimentos amarelos são ricos em vitamina C, que participa da síntese de colágeno e tem ação antioxidante contra os radicais livres.
Pertencem a este grupo mamão, cenoura, manga, laranja, abóbora, pêssego, damasco, abacaxi, ameixa, caju, carambola, damasco, cenoura, laranja, limão-cravo, maracujá, melão, milho, nêspera, pêssego, pimentão amarelo e tangerina.

Alimentos arroxeados

Alimentos nas tonalidades roxa, preta ou azulada contêm antocianina, um tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1. E é justamente a vitamina B1 o elemento essencial para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes em energia. A falta de vitamina B1 pode levar à perda de apetite, redução do peso e até à anorexia(um desvio de comportamento alimentar que pode até mesmo levar à morte).
Pertencem a este grupo a uva, a ameixa, o figo, a alcachofra, a beterraba, a berinjela, o feijão-perto, a jabuticaba e o repolho-roxo contêm ácido elágico, substância que retarda o envelhecimento e neutraliza as substâncias cancerígenas prevenindo diversos tipos de câncer.

Alimentos verdes
O pigmento que define a cor deste grupo de alimentos é a clorofila, considerada um potente energético celular. Também têm substâncias cálcio, vitamina C e A. Apresentam como efeitos terapêuticos a desintoxicação das células, a inibição dos radicais livres (que danificam as células e causam doenças), tem propriedades anticancerígenas, auxiliam na proteção do coração, protegem o cabelo e a pele, melhoram o sistema imunológico e são importantes para os ossos e contração muscular.
Pertencem a este grupo os alimentos verdes como os vegetais folhosos, tais como o abacate, abobrinha, acelga, alface, quiabo, repolho, salsa, agrião, pimentão verde, brócolis, chicória, vagem, couve, kiwi, ervilha, espinafre, limão, pepino, rúcula, escarola e manjericão.

Alimentos marrons

Ricos em fibras, e vitaminas do complexo B e vitamina E, os alimentos de cor marrom regulam o funcionamento do intestino, prevenindo problemas que vão desde a prisão de ventre até o câncer. Também ajudam a controlar o colesterol e o diabetes e melhoram a flora intestinal.
As sementes oleaginosas, incluídas neste grupo, são excelentes fontes do mineral selênio e de vitamina E. Elas têm efeito antioxidante, vasodilatador, anticoagulante e contra a fadiga. Pertencem a este grupo amêndoas, amendoim, arroz integral, aveia integral, avelã, canela, castanha, centeio, cevada, grão-de-bico, feijão, lentilha, nozes, pão integral, pinhão, soja, tamarindo e trigo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A Presidente ou Presidenta?

"Famoso pelos programas de TV sobre língua portuguesa, o professor Pasquale Cipro Neto explica que normalmente as palavras que terminam 'nte' não tem variação. O que identifica o gênero, destaca ele, é o artigo que o precede, como por exemplo, o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte. O sufixo é originário do latim, do particípio presente, e segue a mesma regra atualmente no português, italiano e espanhol.

— Algumas, pelo uso, acabam se impondo também na forma feminina, como presidenta, que está em todos os dicionários e que pode perfeitamente ser usada. Se Dilma fizer questão de ser presidenta, ninguém vai poder contrariá-la. Se ela quiser ser chamada assim, terá todo o direito."

Pasquale Cipro Neto é professor de português desde 1975. É consultor de língua portuguesa do Departamento de Jornalismo da Rede Globo, em São Paulo, desde 1996.

É colunista dos jornais Folha de S.Paulo e Diário do Grande ABC, entre outros. É autor do anexo gramatical do Manual de Redação da Folha de S.Paulo. Trabalha há dezoito anos na Folha, onde atua no Programa de Qualidade e na Editoria de Treinamento.

Além de ministrar palestras por todo o país, Pasquale é o idealizador e apresentador do programa Nossa Língua Portuguesa, transmitido pela Rádio Cultura AM e pela TV Cultura, e do programa Letra e Música, da Rádio Cultura AM.

Obras de autoria do professor:
• Gramática de Língua Portuguesa, em co-autoria com Ulisses Infante;
• O Brasil na Ponta da Língua,
em co-autoria com Gilberto Dimenstein;
• CD-ROM Nossa Língua Portuguesa
(responsável pelo conteúdo didático);
• Português com o prof. Pasquale,
série composta por 7 títulos;
• Inculta e Bela,
série composta por 4 títulos;
• O Dia-a-dia da Nossa Língua;
• Nossa Língua em Letra e Música;
• Nossa Língua Curiosa;
• Software "Pasquale Explica"



Livro: Manual do Proprietário

Sinopse:

O Dr. Edmond Saab Jr. esclarece nesta obra que não existe um milhão de causas para um milhão de doenças diferentes - o autor acredita que todo tipo de degeneração no organismo acontece em função de alterações básicas. Se conseguirmos controlá-las, a doença não encontrará condições para se manifestar e, se já estiver instalada e em evolução, terá que estacionar e/ou regredir. Esta obra tem como propósito mostrar como é fácil cultivar o bom funcionamento do nosso organismo.


Dr. Edmond Saab Jr.

Especialista em Clínica Médica e Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia
Especialista em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia
Especialista em Medicina Ortomolecular (Bioquímica Médica)
Especialista em Medicina Hiperbárica
Tem experiência de 15 anos de trabalho em Unidades de Terapia Intensiva

É médico do corpo clínico do Hospital do Coração
Já participou de inúmeros congressos internacionais, em especial da Semana Médica de Baden-Baden, na Alemanha, onde esteve presente nos últimos 11 anos para aprendizagem e prática da Medicina Quântica, também conhecida como Medicina Vibracional.
É idealizador e diretor do Centro Integrado de Medicina Preventiva, de São Paulo e do município de Vinhedo (SP).


www.cimpsaude.com

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Sardinhas




A sardinha é uma espécie de peixe de água fria que costumava ser encontrado em larga escala nas proximidades da Sardenha, no mar Mediterrâneo, por isto o nome "sardinha". No entanto também é conhecida por arenque. A sardinha foi um dos primeiros tipos de alimento a ser enlatado no início do século 19, quando o general francês Napoleão reconheceu a importância de se preservar alimentos em épocas de racionamento.

Ela é geralmente enlatada em óleo ou molho de tomate, e os portugueses desenvolveram este processo como uma arte, preservando sardinhas em azeite de alta qualidade, criando assim uma iguaria extremamente delicada e saborosa. As sardinhas são ricas em diversos nutrientes, destacando-se entre eles os ácidos graxos ômega-3. Os ácidos graxos são encontrados em todos os tipos de peixes oleosos como a cavala e o salmão, e são um dos maiores responsáveis pelo bom funcionamento do coração.

Eles também mantêm o sangue “fino” e menos viscoso, diminuindo assim as chances de um ataque cardíaco ou derrame, e reduzindo também a pressão arterial. Os ácidos graxos combatem a artrite e a psoríase, e os estudiosos acreditam que o óleo dos peixes também ajude a evitar que células cancerígenas progridam para um estágio de tumor.

Os óleos dos peixes são conhecidos pelos seus benefícios como alimentos para o cérebro; na realidade o cérebro é constituído de 60% de gordura e necessita de ômega-3 para um perfeito funcionamento. Recentemente, cientistas descobriram uma relação entre as variações de humor e baixos níveis de ômega-3. Ou seja, os ácidos graxos mantêm os pensamentos, as reações e os reflexos do cérebro em harmonia, e asseguram que as células receptoras do cérebro reconheçam os sinais de humor fornecidos pelos neurônios.

Curiosamente, no filme “O óleo de Lorenzo”, o ácido graxo Omega-3 era justamente o óleo utilizado na cura da criança que sofria de uma doença degenerativa. Outros estudos estão a caminho para se determinar se o uso de ácidos graxos na alimentação pode ajudar ainda a reduzir síndromes de esquizofrenia, depressões leves e moderadas, e demência.

Ao comprar sardinhas procure sempre observar se a carne está firme e se os olhos estão claros e brilhantes. Assim que chegar em casa enxágüe as sardinhas e cubra-as com papel absorvente umedecido. Guarde-as na parte mais fria do refrigerador. Recomenda-se comer ‘peixes oleosos’ pelo menos duas vezes por semana para se obter um suplemento constante destes nutrientes essenciais.




Chef Patrick Martin
Vice-Presidente de Desenvolvimento Educacional em Culinária, é o Embaixador Internacional do Instituto "Le Cordon Bleu". Com mais de 25 anos de experiência trabalhou no Le Doyen, Dalloyau e Flo Prestige na França. Ganhador de vários prêmios internacionais, supervisionou o desenvolvimento técnico e a abertura da escola de Tókio e ajudou a estabelecer o nível profissional das escolas da França, Londres e Tókio.

www.nutricaoempauta.com.br




quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Novidades nas prateleiras do supermercado ...


Palmito ganha embalagem de papel para durar mais

Uma nova tecnologia de embalagens deve ser motivo de surpresa para os consumidores e produtores de palmitos do tipo pupunha: a caixa será feita de papel cartão. De modo de armazenamento diferente do recipiente de vidro, o palmito é banhado em uma solução filmogênica que cria uma película que tem por função proteger o alimento.

Este revestimento pode ser comestível e não altera a aparência e sabor do produto, a substância química que substitui a salmoura nos potes de vidros tradicionais, o que proporcionou um aumento da vida-de-prateleira do produto de 6 para 22 dias. Esta técnica foi desenvolvida pelo Instituto Nacional de Tecnologia, do Rio de Janeiro e pela Embrapa.

A embalagem foi concebida com uma variedade de papel cartão. O interior é revestido de verniz e a parte externa de filme plástico, que impedem a absorção de umidade.


ENGENHARIA DE ALIMENTOS - UFC
É o blog oficial do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Ceará. Um veículo de informação, conhecimento técnico, estágio, emprego e notícias sobre a Universidade.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Inhame



A reportagem publicada na última edição da revista Boa Forma utiliza mais uma vez o apelo estético para divulgar as propriedades funcionais de um alimento. Desta vez a estrela é um dos mais comuns tubérculos de nossa cultura: o inhame. Mas se é para divulgar os benefícios da raiz para a saúde e o bem estar, por que não?

Muito comumente utilizado na culinária brasileira, em especial no Norte e Nordeste, o inhame pode ter inúmeros nomes populares e também ser confundido com o cará ou taro. Antes de tudo, é necessário diferenciar as várias formas do tubérculo. O inhame (Dioscorea spp.) pertence à família Dioscoreácea, com nove gêneros e cerca de 850 espécies, sendo o cará uma delas. Já o taro (Colocasia esculenta) pertence à família Araceae, com 105 gêneros e 3.500 espécies. No Brasil, uma mesma espécie de inhame pode ser chamada também de cará, dependendo da região, graças à popularização do nome da espécie, podendo ser considerados equivalentes do ponto de vista nutricional. O mesmo não acontece com o taro, por pertencer à outra família vegetal.

Grande parte das propriedades funcionais do inhame se deve a presença de um fito-hormônio chamado diosgenina, que há muito tempo vem sendo utilizado pela indústria farmacêutica como matéria-prima para produção de corticoesteróides e esteróides sexuais2,3. A diosgenina, que é um tipo de saponina esteroidal, pode ser convertida, no organismo humano, em progesterona, aldosterona, cortisol e estrogênio, graças a uma série de reações enzimáticas.

Desde que a terapia de reposição hormonal com uso do estrogênio sintético mostrou aumentar os riscos de desenvolvimento de desordens como câncer, osteoporose e mal de Alzheimer, inúmeras opções de tratamento alternativo vêm sendo pesquisadas, e o uso da diosgenina é um delas, graças ao seu potencial estrogenotrófico. Um estudo em humanos verificou o efeito da diosgenina na saúde da mulher na pós-menopausa e concluiu que a ingestão de inhame por 30 dias teve efeitos benéficos no status hormonal, no perfil lipídico e na capacidade antioxidante das mulheres analisadas, fatores que levam a redução do risco de desenvolvimento de câncer de mama e doenças cardiovasculares.

Outro efeito da diosgenina é a capacidade hipocolesterolêmica, por suprimir a absorção intestinal e aumentar a sua excreção. Em estudo com animais, o fito-hormônio mostrou também reduzir os níveis plasmático e hepático de colesterol total, aumentar os níveis plasmáticos de lipoproteína de alta densidade (HDL), aumentar a expressão de enzimas antioxidantes, como superóxido dismutase (SOD), glutationa peroxidase (GSH-Px) nos eritrócitos e catalase (CAT) nos eritrócitos e no fígado, além de aumentar a resistência ao dano no DNA linfocitário. Esses resultados sugerem que a diosgenina é eficaz no controle da hipercolesterolemia tanto por melhorar o perfil lipídico como também por modular o estresse oxidativo.

A capacidade de estimular a expressão gênica de enzimas do complexo antioxidante também foi demonstrada em outro estudo em animais, onde se observou o aumento da atividade da SOD e da GSH-Px, tendo sido associado com a melhora do déficit cognitivo causado pelo dano oxidativo em ratos senescentes. A diosgenina também demonstrou atividade anti-alérgica em um estudo com animais, onde foi associada a supressão da produção de IgE e da infiltração e degranulação de mastócitos.

A síndrome pré-menstrual, caracterizada por uma série de sintomas que surge entre 10 e 14 dias antes da menstruação, desaparecendo com o início do fluxo, só se caracteriza como doença se afetar a atividade diária da mulher. Entre esses sintomas estão as tão temidas cólicas abdominais, irritabilidade, ansiedade, cefaléia, edema, ganho de peso, mastalgia e até quadro depressivo. A capacidade de modular o status hormonal da diosgenina acaba conferindo ao inhame uma potente “arma” contra os efeitos indesejados da tensão pré-menstrual (TPM), como é mais conhecida.

Outros efeitos atribuídos ao inhame como a redução de peso, com a conseqüente redução de medidas, e o tratamento da celulite se devem, de uma forma geral, à capacidade já comprovada da diosgenina em melhorar o perfil lipídico e aumentar a capacidade antioxidante e, consequentemente, anti-inflamatória, além é claro, de se tratar de um alimento saudável, composto por carboidrato complexo, baixo conteúdo lipídico, baixo índice glicêmico, alto teor de fibras e micronutrientes. Os efeitos estéticos, na verdade, são apenas o reflexo externo dos efeitos sistêmicos do uso do tubérculo na alimentação.


*Texto elaborado pela Dra. Camilla Almeida Menezes, aluna bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional pelo Centro Valéria Paschoal/ Divisão Ensino e Pesquisa.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Equivalências de Medidas Culinárias Caseiras

Equivalência de xícara, copo, colher de sopa, colher de chá, colher de café

1 litro = 6 xícaras de chá ou 4 copos ( de 250 mL )

1 kg = 5 e ¾ xícaras de chá

1 garrafa = 3 e ½ xícaras de chá ou 2 e ½ copos

1 xícara (chá) de liquido = 150 g ou 20 colheres de sopa

¼ xícara de chá de liquido = 5 colheres de sopa

1/3 xícara de chá de liquido = 6 colheres de sopa

1/2 xícara de chá de liquido = 10 colheres de sopa

2/3 xícara de chá de liquido = 12 colheres de sopa

¾ xícara de chá de liquido = 15 colheres de sopa

1 copo de vinho = 6 colheres de sopa

1 cálice = 9 colheres de sopa de liquido

1 colher de sopa = 15 colheres de café

1 colher de sobremesa = 10 colheres de café

1 colher de chá = 3 colheres de café

1 colherinha de café = 1/2 colher de chá

1 copo de água comum = 250 g

1 prato fundo nivelado = 200 g

Xícara de Chá de Alimentos em Gramas (as medidas de xícaras e colheres são rasas! Não é a colher cheia, só quando especificado)

  • Farinha de Trigo

1 xícara de chá = 120 g

1/2 xícara = 60 g

1/3 xícara = 40 g

1/4 xícara = 30 g

1 colher de sopa = 7 g

  • Chocolate em Pó

1 xícara = 90 g

1/2 xícara = 45 g

1/3 xícara = 30 g

1/4 xícara = 20 g

1 colher de sopa = 6 g

  • Açúcar

1 xícara de açúcar = 160g

1 colher de sopa = 10g

1 colher de chá = 3,5g

  • Manteiga

1 xícara = 200 g

1/2 xícara = 100 g

1/3 xícara = 65 g

1 colher de (café) = 1/2 colher de chá

  • Coco Ralado

1 xícara = 80g

1 colher de sopa = 5g

1 colher de chá = 1,5g

  • Fubá

1 xícara = 120g

1 colher de sopa = 7,5g

1 colher de chá = 2,5g

  • Amido de Milho

1 xícara = 150g

1 colher de sopa = 9g

1 colher de chá = 3g

  • Mel

1 xícara = 300g

1 colher de sopa = 18g

1 colher de chá = 6g

  • Polvilho

1 xícara = 150g

1 colher de sopa = 9g

1 colher de chá = 3g

  • Queijo Ralado

1 xícara = 80g

1 colher de sopa = 5g

1 colher de chá = 1,5g

  • Fermento em Pó

1 colher de chá (cheia) = 10g

  • Farinha de Mandioca

1 xícara = 150g

1 colher de sopa = 9g

1 colher de chá = 3g

  • Farinha de Rosca

1 xícara = 80g

1 colher de sopa = 5g

1 colher de chá = 1,5g

  • Arroz

1 xícara = 200g

  • Aveia

1 xicara = 80g

1 colher de sopa = 5g

1 colher de chá 1,5g

– Equivalência de Líquidos em mL

1 litro de qualquer líquido = 1000 mL ou 4 copos

1 copo de qualquer líquido = 250 mL

1 copo de requeijão = 240mL

1 vidro de leite de côco = 200 mL


- Medida do Copo Americano

copo americano 190mL


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Equivalência de Temperaturas de Forno


As temperaturas do forno indicadas em receitas correspondem às seguintes temperaturas:

TipoTemperatura
Forno brando/baixo/fracode 140º a 150°C
Forno regular/médiode 175º a 190°C
Forno quente/alto/fortede 200º a 230°C
Forno muito quente/alto/fortede 240º a 275°C

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Cogumelos: como comprar e limpar

O termo cogumelo é usado genericamente para toda a família de fungos comestíveis.

Há mais de 500 variedades deles. Os mais comuns no mercado brasileiro são cinco:

  1. Champignon-de-paris, os mais tradicionais, conhecidos simplesmente como cogumelos .
  2. Shimeji.
  3. Shiitake.
  4. Hiratake ou shimeji branco.
  5. Pleurotus salmon ou shimeji salmon

Como comprar e limpar os cogumelos frescos:

  1. Quando for comprar os cogumelos prefira os mais macios e firmes, sem parte danificada ou com cheiro estranho.
  2. Não leve para casa cogumelos pegajosos, duros ou elásticos. No caso dos champignon-de-paris evite os que estejam muito sujos.
  3. Os cogumelos devem ser lavados com delicadeza . No caso do champignon-de-paris se estiverem brancos só precisam ser lavados. Os mais sujos exigem cuidados especiais, esfregue-os levemente com uma toalha de papel umedecida, enxágüe e não os deixe de molho em água, pois ficam encharcados e perdem o sabor.
  4. Corte os talos cheios de terra e retire quando estiverem duros. Os maiores devem ser cortados ao meio, em quatro ou em fatias. Os pequenos devem ser deixados inteiros.
  5. Quando for retirar as partes mais fibrosas dos cogumelos: não jogue fora. Elas podem ser usadas para o preparar deliciosas sopas. Para isso, lave-as bem e coloque em uma panela com água, legumes e temperos a gosto. Cozinhe até amaciar, retire, bata no liquidificador, coloque nos pratos e regue com bastante azeite de oliva . Sirva com pão.
  6. Os cogumelos shiitakes só precisam ser limpos com toalha de papel úmida. Em seguida, apare os talos tirando a parte fibrosa. Antes de preparar, corte os maiores em tiras ou parta-os ao meio.
  7. Para cortar os cogumelos em tiras finas, coloque-os com o lado do talo para baixo em uma superfície lisa e faça tiras na vertical com uma faca. Lembre-se, esse processo deve ser feito rapidamente, pois os cogumelos em contato com o ar escurecem e prejudicam a apresentação de seu prato.
  8. Para obter cogumelos picados em pedaços bem pequenos,coloque-os no liquidificador e use a função pulsar, mas cuidado para não transformá-los em purê.

Preparando os cogumelos frescos

  1. Os cogumelos ficam com uma melhor apresentação se brancos após o cozimento. Para isso, adicione suco de limão na água usada para cozê-los.
  2. Se os cogumelos endurecerem e ressecarem mais do que devia, junte algumas colheres de vinho tinto e deixe de molho por 10 minutos. Depois ao e deixe até ferver. Retire, escorra e tempere com creme de leite.
  3. Para fritar os cogumelos: aqueça azeite de oliva em uma frigideira funda e coloque os cogumelos. Tempere a gosto e salteie por alguns minutos. Os cogumelos soltam água, por isso é melhor fritar por 4 minutos ou até a água evaporar e eles dourarem.
  4. Quando for usar cogumelos em recheios cremosos, grelhe-os antes até ficarem bem secos, do contrário podem talhar o recheio.
  5. Para grelhar os cogumelos, limpe-os e seque-os. Pincele com azeite de oliva e grelhe a 10 cm do calor, virando de lado de vez em quando e pincelando sempre com azeite de oliva. O tempo ideal para grelhar os cogumelos é de 6 a 10 minutos.
  6. Experimente servir cogumelos grelhados com azeite de oliva temperado com tomilho e alho. Ou molho a base de shoyu e ceboulette picadinha.

Cogumelos secos

  1. Muitas variedades de cogumelos são secas e vendidas desta maneira, os mais comuns são os shiitake, os cogumelos ostras e os selvagens.
  2. Os cogumelos selvagens são caros, raros e de sabor é muito concentrado, por isso basta usar uma pequena quantidade.
  3. Antes de usar os cogumelos secos é necessário hidratá-los.

Para limpar e hidratar:

Coloque-os de molho em uma tigela com água morna por 20 a 30 minutos.

Se necessário deixe mais tempo ou até os cogumelos ficarem macios e soltar toda a terra e impurezas que se afundam na tigela.

Com cuidado, retire-os com o auxílio de uma escumadeira, deixando os resíduos no fundo. Esprema bem. Coe o líquido em uma peneira forrada com um pano e use o líquido na preparação.

Outra opção é trocar a água por algum tipo de vinho ou fundo ou suco de frutas.


Recebí um email com dúvidas de como limpar os cogumelos secos.

A pessoa tem comprado e quando vai comer percebe resíduos de terra.

As dicas para pré preparação são estas, mas sempre é importante comprar "bons produtos": de procedência confiável, observar o local em que estão armazenados para venda, condições das embalagens e prazos de validade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pimenta Chilli

Extremamente picante, é utilizada no preparo de pratos mexicanos e italianos. Ideal para sopas, cremes, molhos cremosos e de tomate, frutos do mar, carnes, aves, vegetais e coquetéis. O nome pimenta deriva do termo espanhol utilizado para designar a pimenta-do-reino. Em Latim tardio, o termo pigmentum servia para designar pigmento e também pimenta (em Latim tradicional piper). Deste termo, origina-se a raiz do inglês Pepper, tendo influenciado a nomenclatura de vários outros temperos, como a pimenta Jamaica, pimenta vermelha e similares. O termo botânico Capsicum deriva do grego kápsa, caixa, cápsula, numa referência ao formato das frutas. As espécies C. anuum,C. chinense e C. frutescens derivam de um ancestral comum originário da bacia Amazônica. O nome frutescens vem da mesma origem do verbo latino frutescere, frutificar. Os termos anuum e chinense não apresentam justificativas fortes. A pimenta de pássaro ou pimenta cumari, denota pimentas pequenas e picantes, cujas sementes se separam facilmente dos frutos, podendo ser disseminadas pelos pássaros.

Utilizando
Partes usadas: frutos, que podem ser colhidos maduros ou verdes. A remoção das sementes e veios resulta em pimentas menos picantes. As folhas podem ser utilizadas para aromatiar bebidas, na Índia. A pimenta chilli é quente e picante. Pode-se perceber outros sabores mais sutis como por exemplo frutas, terra, defumado, doce e floral, de acordo com a espécie. A maior variedade de sabores é encontrada no México. A medida do ardume das pimentas utiliza a escala Scoville, originalmente baseada na diluição de extratos de pimentas e degustação. Atualmente é mais usual a escala HPLC (cromatografia líquida de alto desempenho, do inglês high-performance liquid chromatography), cujos resultados podem ser aproximados da escala Scoville com equivalência de 15 unidades Scoville a 1 ppm (parte por milhão) de capsaicina e capsaicinóides.

Combinando
Apresenta os mesmos componentes da páprica, com maior conteúdo (1%) de capsaicina (amido de 3-hidróxi-2-metóxi-benzilamina com ácido 8-metil-6-noneneóico) e compostos relacionados chamados capsaicinóides, entre eles a diidrocapsaicina.



Pronto. Pedido atendido.

Muito obrigada pelas visitas.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tipos de Pimentas

Esta postagem é um convite para que entre na pasta DICAS e viaje nas cores e formas de muitas pimentas do Brasil e de outros países.

Estão postadas pelo nome popular.

Como sempre, procurei dar o máximo de informações em variedades, características e possibilidades de uso.

Assim terá mais alternativas para inovar, criar, variar, experimentar e brincar na sua cozinha.

As postagens são um apanhado de pesquisa em sites, blogs, livros e revistas.

Aproveite para conhecer estas variedades de pimentas.

Pimenta Fidalga

















Muito utillizada no interior de São Paulo e Minas Gerais (Brasil).

Tem ardência e aroma moderados.

Colhida em forma de cabacinha, fica alaranjada quando madura.

Usada para conservas, molhos e carnes vermelhas.


Pimenta-de-Caiena

Originária da Guiana Francesa é uma mistura de pimentas vermelhas como a Malagueta, Dedo-de-Moça entre outras.

Encontrada em pó, na coloração vermelha, tem sabor forte e ardido.

É bastante utilizada nas cozinhas mexicana e tailandesa para temperar molhos, peixes e aves.

Pimenta da Jamaica

Semente aromática, nativa das Américas e do Oriente que se encontra em pó ou grãos.

É pouco picante e ligeiramente adocicada.

De coloração marrom, possui sabor e perfume que lembram a noz-moscada, o cravo e a canela.

É utilizada em conservas de legumes, carnes de caça, frutos do mar, alguns patês, doces, tortas e pudins.

Pimenta Japalenõ










Originária do México, apresenta frutos cônicos de coloração verde claro a verde escuro quando imaturos e vermelho quando maduros.

É consumida fresca, processada na forma de molho líquido, conservas, desidratada ou em pó.

Bastante popular no México e Estados Unidos seu nome é uma homenagem à cidade de Jalapa, capital de Vera Cruz, no México.

É utilizada em vários molhos para tacos, burritos e quando seca e defumada.

A ardência e aroma são moderados.

Também conhecida como chipotle.

Pimenta de Bode


Apresenta frutos verdes (imaturos), amarelo ou vermelho (maduros), arredondados ou achatados, tipo pitanga.

Sua ardência é alta e seu aroma também.

É utilizada como condimento no preparo de carnes, arroz, feijão, pamonha salgada e até em biscoitos de polvilho e quando maduros, principalmente em conservas.